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galo12Aconteceu na Libertadores de 2013, na Copa do Brasil de 2014 e agora na edição da competição continental deste ano, nessa quarta-feira, dia 18 de março. Contra a crença de todos, ou pelo menos da maioria absoluta não atleticana, o Galo voltou a respirar, depois de praticamente ser dado como morto. Com duas derrotas em dois jogos, o time ficou na lanterna do Grupo 1 da Taça Libertadores. O terceiro jogo, no El Campín, seria contra o melhor adversário da chave, fora de casa e em condições climáticas desfavoráveis. Todos esses entraves sucumbiram diante de um Galo bem armado taticamente, com muita disposição e inteligência tática, além daquela pitada de sorte que sempre acompanha os vencedores. Vitória por 1 a 0 que faz o tradicional lema de “Eu acredito” estar mais vivo do que nunca na mente alvinegra.

 

 

Mas, como explicar essa força? Muitos estiveram presentes nas campanhas cheias de reviravoltas de 2013 e 2014. Autêntico como costuma ser sempre, Leandro Donizete não titubeou ao revelar o segredo para que o Atlético-MG sempre surpreenda.

 

– Somos uma equipe que gosta de estar com a faca no pescoço, nunca vi igual. Todos os jogos que precisamos vencer, que a corda está no pescoço, todo mundo joga bem. Mais uma vez ocorreu, todos estiveram concentrados, fizemos um belo jogo e acho que ninguém foi abaixo. Mas, temos que continuar com esse espírito, temos que vencer em casa para voltar a sonhar com a classificação.

 

 

Para o atacante Luan, a força psicológica desse grupo que tem jogadores experientes é muito grande.

 

– Mentalmente, acho que estávamos bem como equipe. Fisicamente, também estávamos bem, tocamos muito a bola e viramos bem o jogo. O primeiro tempo foi truncado, jogo de Libertadores mesmo, mas, no segundo tempo, conseguimos achar um gol, abrir espaços e poderíamos ter feito mais. Alguns jogadores colocaram em prática a experiência de já terem disputado essa competição e isso nos levou à vitória.

 

Promessa de mais empenho e emoções
Mesmo com o triunfo fora de casa, a situação do Galo na Libertadores segue delicada. Para não depender de ninguém, o time precisa vencer os outros três jogos da fase de grupos, um deles fora, contra o Atlas. Mas o fato de seguir com a faca no pescoço é garantia de empenho, segundo Leandro Donizete.

 

– O torcedor pode ter certeza que a vontade, determinação e espírito de luta não vão faltar. Se mostrarmos o que mostramos aqui nos outros jogos, com certeza virão bons resultados. A torcida pode esperar que vamos lutar sempre por esta classificação.

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