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UBS Santa Bárbara recebe resposta do atendimento ao paciente e usa informações para aperfeiçoar prestação de serviço ao usuário  (5)A Prefeitura de Mateus Leme vai ouvir os cidadãos para implementar mudanças nos serviços oferecidos à população e gerir de uma forma ainda mais transparente as políticas públicas nas áreas de Saúde, Educação, Obras e Meio Ambiente. É o que preveem as leis n.º 2.681 e 2.682 sancionadas pelo prefeito Marlon Guimarães em novembro de 2014 e que entrarão em vigor a partir deste ano com o objetivo de tornar obrigatória a instalação de urnas de reclamações e sugestões nas unidades de saúde do município e nas sedes das Secretarias de Educação, Obras e Meio Ambiente.

 

As urnas serão instaladas em local visível, com indicação de sua finalidade, acompanhada de caneta e papel, por meio do qual serão assinadas as reclamações e sugestões. Ao final de cada mês, as informações prestadas pelos cidadãos serão analisadas por uma comissão designada pelas secretarias com a finalidade de registrar as reivindicações em ata. “A criação da lei apenas formalizou as consultas que já são realizadas junto à população. Nos últimos anos, desde quando o sistema foi implantado na secretaria de Saúde, a Prefeitura passou a ter acesso aos principais anseios da população e condições de implantar as mudanças necessárias para o aprimoramento dos serviços prestados”, destacou Marlon Guimarães.

 

Conforme a lei, as sugestões apresentadas também terão de ser levadas ao conhecimento das Comissões Permanentes da Câmara Municipal, dos secretários responsáveis pelas pastas de Saúde, Educação, Obras e Meio Ambiente, além do prefeito.

 

Para a secretaria adjunta de Saúde, Maria Emília Rocha, a partir da instalação das urnas nos moldes da lei, é possível que diminua o número de sugestões e reclamações sem a identificação do usuário. Hoje, no município, a maioria das reclamações apresentadas na área de saúde é em relação ao tempo de espera em filas por atendimento. “Apesar das reclamações, o município trabalha com o modelo de gestão definido pelo Ministério de Saúde que define os critérios de atendimento com base no protocolo de Manchester, priorizando o acolhimento aos casos de emergência, em que o paciente necessita de atendimento imediato e os classificados como muito urgente, nas situações em que o socorro será prestado o mais rápido possível”, explicou.

 

G1

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