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ALMGEssa divisão vai influenciar as votações em Plenário e as negociações em torno da composição das comissões permanentes.

 

Passada a primeira semana de trabalho da 18ª Legislatura (2015-2019), iniciada em 1º de fevereiro, as forças políticas que compõem a Assembleia Legislativa de Minas Gerais se dividiram em três blocos parlamentares. Essa divisão vai influenciar as votações em Plenário e, sobretudo, as negociações em torno da composição das comissões permanentes da Casa. Como era esperado, um bloco reúne as legendas declaradamente governistas, outro é formado por partidos de oposição e um terceiro congrega os parlamentares autodenominados independentes.

 

O bloco de apoio ao Governo do Estado é composto por 32 deputados, de sete partidos. O PT do governador Fernando Pimentel e o PMDB do vice-governador Antônio Andrade encabeçam o grupo e são responsáveis por 20 parlamentares. Os outros 12 integrantes são de PCdoB, PR, PTdoB, PRB e Pros. O comunicado de criação do bloco foi lido em Plenário, na Reunião Ordinária de quarta-feira (4). Ainda não foram oficializados o nome do bloco e o seu líder, que deverá ser o deputado Rogério Correia (PT).

 

 

Os cinco partidos de oposição comunicaram, na Reunião Ordinária de quinta-feira (5), a criação de um bloco que deverá se chamar Verdade e Coerência. Ele é composto por 22 parlamentares. O maior partido é o PSDB, com nove deputados. Também participam o PTB, o PDT, o PP e o DEM. O nome do líder também não foi definido.

 

 

Numa posição intermediária entre governo e oposição, está o bloco Compromisso com Minas Gerais, que teve sua criação formalizada em Plenário, na terça-feira (3). Compõem essa força política 23 deputados de dez partidos: PV, PSD, PPS, PSB, PTN, PSC, PEN, PHS, PMN e PTC. O líder é o deputado Agostinho Patrus Filho, do PV.

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