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Gilclér Regina“O varejo nunca precisou de tecnologia para sobreviver, porém inegavelmente ela é uma ferramenta, e não é possível crescer sem ela. Máquina não abraça, não sorri, mas fornece informação útil e rápida”.

 
O varejo físico voltou a ser foco dos consumidores, principalmente como instrumento de valia da marca e possibilidade de mais compras.

 
Segundo números divulgados, mais de 95% das compras realizadas on-line acontecem em lojas que também possuem lojas físicas. Ainda de acordo com uma das pesquisas divulgadas, 75% das pessoas preferem comprar em lojas físicas, e acabam comprando até seis vezes mais do que se comparados nas lojas on-line.

 
Talvez motivados por ofertas e produtos oferecidos para compra de impulso, além da influência exercida pelas marcas por meio dos vendedores e atendimento que têm seu papel mais relevante do que nunca, porém voltados a serem consultores de chão de loja, e não somente batedores de metas de vendas.

 
Porém, se existe uma nova oportunidade e o consumidor está retornando ao varejo físico, isso não significa que não haja lições que devem ser entendidas e corrigidas, para que o consumidor não se atente a algum outro canal de compras no futuro.
Se qualquer site hoje obtém facilmente, e praticamente em tempo real, informações como quantas pessoas acessaram o site, quais páginas visitadas e quais produtos mais buscados, entre outros…

 
Já no varejo físico a maioria das informações não apresenta informações do presente, mas somente o passado dos resultados, que são geridas e trabalhadas em tempos tão longos que uma promoção criada para a loja física só consegue avaliar o resultado de vendas depois de tanto tempo que o consumidor talvez até tenha esquecido que fez a compra.

 
No caso do “varejo online”, uma promoção que durante o dia talvez não esteja apresentando os resultados esperados pode ser trabalhada de maneira imediata, para que possa entregar os resultados esperados no período da tarde. Muda-se muito rápido!
O varejo nunca precisou de tecnologia para sobreviver. Prova disso são os milhares de lojas e pequenos estabelecimentos comerciais espalhados fora dos grandes centros que trabalham apenas como um balcão e uma máquina para registro das vendas.

 
É possível que ainda existam algumas até com caixa registradora ainda. Pode parecer até coisa antiga, mas é velha escola mesmo, velha geração que ainda persiste, mas tem os dias contados.

 
Entretanto, não é possível uma marca crescer e expandir seus resultados sem tecnologia. Não há como obter a mesma velocidade de análise, comparação e ação apresentada pelos canais digitais. Sem análise, o que temos é somente o registro das vendas do dia. É “passado”, sem possibilidade de ação, rezando para que dias melhores venham, se as vendas estiverem abaixo do esperado.

 
Cabe aos varejistas que até hoje foram passivos em novas soluções tomar novas atitudes e respirar novos ares, pois o futuro já não só é presente, como é quase passado.

 
Se você é varejista e deseja crescer, a mudança é agora!

 
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

 

 
* Gilclér Regina – Palestrante com experiência em vendas, varejo, atacado, liderança e motivação. Escritor com 10 livros editados. Muitos eventos de CDLs e ACEs em todo país. Mais de três milhões de livros vendidos. Sua palestra mostra que pessoas estão vencendo nas piores cidades e fracassando nas melhores cidades.

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