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IMG_8144Prefeito Osmando Pereira, representantes da VLI e da FCA se reuniram para tratarem sobre o assunto

 
O município de Itaúna encontra-se classificada em segundo lugar numa lista de 15 outras cidades para o início da retirada da linha férrea da área urbana. Isto representa que várias ações estão em andamento e uma vez cumpridos todas as etapas, entre elas a de licenciamento ambiental que gasta mais tempo, dentro de no máximo 36 meses as obras serão iniciadas. Em reunião no dia 29/05, com o prefeito Osmando Pereira da Silva, os representantes da empresa Valor da Logística Integrada (VLI) que engloba, entre outras, a Ferrovia Central Atlântica (FCA), eles apresentaram ao prefeito o cronograma do novo Projeto de Transposição da Linha Férrea no município o que para Osmando uma vez tudo correndo bem, a conclusão da obra deve acontecer até o final da 2019: É preciso ressaltar a importância da ferrovia no processo de formação e desenvolvimento de Itaúna. A ferrovia vai continuar operando e contribuindo para o maior desenvolvimento do município. A retirada dos trilhos da área urbana, em realidade, vai trazer segurança e abrir espaço à importantes obras de mobilidade”, disse.
Considerando que a licenciamento ambiental ficará a cargo do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (IBAMA) da Bahia, seguindo determinação do Ministério do Meio Ambiente, serão necessários até dois anos para o início das obras. Neste tempo, segundo os representantes da VLI, haverá o andamento de trabalhos em outras áreas, entre eles o de desapropriação e indenização dos proprietários dos terrenos onde serão instalados os trechos da transposição.
A ferrovia, com o nome de Rede Mineira e Viação, foi implantada em 1910, portanto no século passado, daí a necessidade de obras para maior segurança da malha viária. O trecho a ser transplantado, de acordo com o novo cronograma, passará da previsão inicial de 34 quilômetros para 24, com um traçado mais eficiente, mais moderno e mais reto, considerando que custo anterior seria maior, embora com correção atinja a uma custeio de 280 milhões de reais. Serão necessários viadutos e pontes sobre rodovias como no caso da MG-050 e da MG-431. O desvio começa no Pátio Engenheiro Gordilho, próximo ao aterro sanitário e termina no Pátio Sílvio Oliveira em direção a Belo Horizonte, portanto a malha ferroviária se estenderá ao longo da MG-050 até as proximidades da estação de pedágio.

 

 

Cronograma do Projeto

 

O novo cronograma da transposição começou com o projeto do estudo do impacto ambiental da obra na fase atual; início dos estudos para licenciamento em 30 de setembro de 2016; relatório de controle ambiental para 3 de outubro de 2016; emissão de licença de instalação em 29 de abril de 2017, desapropriações pelo (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit) em 31 de maio de 2017; contratação de obras em 31 de agosto de 2017 e implantação definitiva em 30 de dezembro de 2019.
Estiveram representando a VLI na reunião do final de semana com o prefeito Osmando Pereira, o responsável pelas relações institucionais da empresa, André Elesbão, o engenheiro de implantação de obras Acyr Araújo, a geógrafa e analista ambiental Carla Araújo Simões e a analista ambiental Karina Bernardes. Pela prefeitura participaram, também, da reunião o vice-prefeito Antônio Miranda, o secretário de Infraestrutura e Serviços, Sérgio de Castro, o secretário de Regulação Urbana, Wallace Corradi, e o gerente superior de Mobilidade Urbana, Renato Nogueira Diniz.

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