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imagens_14620151447200Na manhã deste domingo (14/06) milhares de pessoas compareceram na cidade de Luz, sede do bispado, vindas de todas as cidades da Diocese para participarem da celebração Eucarística na qual foi impossado o 5º Bispo de Luz Dom José Aristeu Vieira. A posse foi realizada pelo Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte Dom Walmor de Azevedo, o qual ressaltou a importância da nomeação de Dom Aristeu no período do papado de Francisco: Uma Igreja em saída, que deve ser hospital de campanha para nosso povo. A simplicidade e a humildade da figura de Dom Aristeu foram ressaltados pelo metropolita. Estavam presentes o nosso bispo Diocesano Dom José Carlos Souza Campos e o nosso Bispo Emérito Dom José Belvino do Nascimento.

 

 
Dom José Aristeu Vieira nasceu em 14 de julho de 1952, natural do Distrito de São Gregório, Município de Rio Vermelho em Minas Gerais. Filho de Manoel Gomes Pereira e Maria Romana Vieira. Sua formação presbiteral aconteceu no Seminário da Arquidiocese de Diamantina, sendo ordenado sacerdote aos 13 de outubro de 1979, em Coluna – MG. Sua trajetória presbiteral (35 anos) fora marcado por inúmeras funções dentro ou fora da Arquidiocese de Diamantina: durante 18 anos atuou como promotor vocacional na Pastoral Vocacional Arquidiocesana; foi Coordenador de Pastoral da Arquidiocese; foi Coordenador da pastoral Vocacional do Regional leste 2; membro do Grupo de Animação e Reflexão Vocacional (GAV) da CNBB. No período de 2003 a 2006, esteve como presidente da Comissão de Presbíteros no Regional Leste 2. Em 2007, foi eleito membro permanente do Conselho Geral do Prado, residindo em Lyon, na França até 2013. Foi nomeado Bispo da Diocese de Luz, pelo Papa Francisco, aos 25 de fevereiro deste corrente ano, sendo que sua ordenação episcopal ocorreu em Curvelo/MG dia 02 de maio. Seu lema episcopal é o mesmo de sua ordenação sacerdotal: “Ungido para evangelizar os pobres” (Lc 4,18).

 

 

Durante sua homilia, Dom José Aristeu ressaltava a importância dos sucessores apostólicos em sua missão junto ao povo de Deus, buscando fundamentação nas palavras fortes do Papa Franscisco. Dizia que os padres e os bispos devem ser cultivadores em nossas dioceses, dando brotos para serem plantados no coração do povo. E ao anunciarmos o Cristo as outras pessoas, será necessário deixar nossa prepotência e nossa arrogância de lado, para que nosso povo experimente a alegria de anunciar o Evangelho. Em suas palavras finais, Dom Aristeu ressaltava a importância de cada um fazer sua experiência própria e profunda com o Cristo.

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