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A Polícia Civil de Minas Gerais, por intermédio da Delegacia de Itaúna MG, efetuou a prisão em flagrante delito nesta tarde do dia 23 de junho de uma associação criminosa que praticava estelionato, na modalidade do golpe do “bilhete premiado”.

 
O Delegado de Polícia que coordenou a equipe, Dr. Weslley Amaral de Castro, ponderou que as investigações permitiram descobrir que os investigados vinham praticando vários delitos na região do centro oeste mineiro. A associação era formada por um homem do Estado de São Paulo e um casal proveniente do Estado do Paraná.
Com as investigações foi possível descobrir que desde a última quinta-feira os investigados vinham vitimando uma senhora idosa, já tendo a ludibriado a entregar montante próximo a 140 mil reais e, nesta data, logo após efetuarem saque fugido para a cidade de Itaúna, onde foram presos em flagrante pela Polícia Civil, com o apoio do Delegado Dr. Diego Almeida.

 
A equipe da Polícia judiciária além de efetuar a prisão dos investigados, recuperou quase R$32.000,00 em espécie, além de um veículo astra utilizado pelos investigados, um cordão e três pulseiras de material que aparenta ser ouro, além de outros objetos. Ademais, ainda chegou a frustar novo saque que ocorreria no dia subsequente no valor de R$70.000,00 sendo que este, inclusive, já havia provisão de saque na agência.

 
O golpe consistia na mulher do grupo captar a vítima, argumentando ser analfabeta e ter o interesse de vender o bilhete. Nesse instante, um dos homens se oferecia a vítima para lhe ajudar a conferir a autenticidade do mencionado e dava credibilidade a vítima, dizendo que entraria como seu “sócio” na compra do bilhete. O terceiro indivíduo, era o mentor intelectual do crime e ficava responsável por dirigir o veículo e pela movimentação financeira.

 
A vítima reconheceu os investigados sem sombra de dúvidas e sopesou estarem todos bem vestidos e serem bem articulados.

 
Segundo Dr. Weslley as investigações prosseguem e agora, em razão dos elementos coligidos, buscam encontrar aonde o restante do dinheiro foi ocultado, podendo inclusive, além dos crimes de associação criminosa e estelionato, os investigados responderem pelo crime de lavagem de capitais, em razão da ocultação do dinheiro e possível utilização de “laranjas”.

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