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IMG_4637Alunos do Projeto ainda jogaram com capoeiristas de Belo Horizonte, Divinópolis e Pará de Minas em roda realizada ao final da aula

 
Alunos de capoeira do Projeto “Nossa Escola, Nosso Espaço”, realizado no Caic (Centro de Atendimento Integrado à Criança), tiveram uma aula diferente no último sábado, 18/07. Capoeiristas de Belo Horizonte, Divinópolis e Pará de Minas foram ao Caic participar com as crianças e adolescentes de uma aula diferente com o Professor Sapão (Anderson Nascimento), um dos reesposáveis pela escola Abadá-Capoeira em Minas Gerais, e com o Instrutor Psico (Alfredo Bermúdez), de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, especialista em floreios, acrobacias presentes na arte da capoeira.

 

 

“Fiquei muito feliz pelo convite de vir a Itaúna e poder repassar para vocês o que eu sei. Infelizmente o tempo foi curto, mas suficiente para passar alguns exercícios preparatórios para os floreios, para que entendam a dinâmica de cada movimento e como treinar para atingir seus objetivos”, comentou Alfredo Bermúdez.

 

 

Além de capoeirista, Alfredo Bermúdez é educador físico e especialista em acrobacias do circo e da ginástica. O Instrutor já atuou em vários Circos, como Marcos Frota Circo Show, Circo Girassol e participou de alguns programas de televisão e campanhas publicitárias.

 

 

 

A Coordenadora do Projeto, Graciele Fonseca de Oliveira, acompanhou a aula de perto e disse que a capoeira é uma atividade que sempre esteve presente no Caic. “As crianças gostam da capoeira e aulas diferentes como essa chamam muito a atenção delas. Ficamos muito lisonjeados com a presença do Instrutor Psico e de todos os capoeiristas que vieram de fora. Com certeza é um incentivo a mais para os alunos do projeto, quando veem os capoeiristas mais velhos jogando eles querem ser como eles e isso contribui para que permaneçam na escola treinando e aprendendo”.

 

 

 

Para o Instrutor Filhote (Denis Mariano), responsável pelas aulas de capoeira no Caic, o contanto com capoeiristas de fora é muito importante para a formação dos alunos na arte marcial. “Treinar com pessoas diferentes é muito bom para eles, porque são experiências novas, não permite que o aluno se acomode e o estimula a querer aprender mais, a se desenvolver no jogo, a lidar com pessoas diferentes”.

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