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DSC00413Em reunião simples, mas carregada de emoções e recordações, a diretoria, funcionários e assistidos pelo Centro de Recuperação e Assistência Social Integrada (CRASI) de Itaúna, comemoraram, na quarta-feira (9/9), 30 anos de fundação da entidade. O prefeito Osmando Pereira da Silva, um dos que tiveram participação atuante para o desenvolvimento daquele Centro, participou das comemorações, junto com presidente da Câmara Municipal, vereador Francis Saldanha, e seus colegas do Legislativo itaunense, vereadores Gil Máximo e Hudson Bernardes. Vários outros doadores e colaboradores estavam presentes.

 
Coube a uma das mais antigas colaboradoras, Léa Colleta Lança, assoprar a vela comemorativa. Ela é mulher de um dos iniciadores da entidade, o então presidente Ulisses Lança, a quem coube relembrar a história dos 30 anos do CRASI que assiste idosos com idade igual ou superior aos 60 anos. Tudo começou com seu cunhado, o teólogo, pastor e professor de Direito Gedeon de Oliveira Antunes, fundador da Igreja Batista Central. Procurado para abrigar um idoso necessitado, ele procurou uma única entidade de assistência existente em Itaúna. Constatou a necessidade de uma outra entidade, considerando a demanda existente em Itaúna não era atendida, ou seja, não havia lugar para o necessitado. Dali surgiu a ideia da fundação do CRASI com o nome de Centro de Recuperação e Assistência Social de Itaúna. O pastor redigiu o estatuto e em 9 de setembro de 1985 começou o CRASI, inicialmente na Rua Marechal Deodoro, onde era o escritório da Cemig, tendo passado por outros locais

 

 
Para chegar ao que é hoje o prédio da entidade, no bairro Jadir Marinho, a diretoria contou com apoio de oito empresas de Itaúna, num projeto ousado com orçamento estimado, inicialmente, em R$ 2.000.000,00. A construção durou quatro anos, enquanto vários idosos eram abrigados em uma residência do Bairro Antunes. Ulisses Lança destacou o apoio do prefeito Osmando Pereira da Silva. Citou o reitor da Universidade de Itaúna, Faiçal David Freire Chequer, “que com sua ajuda possibilitou a execução da obra com recursos financeiros e técnicos”, disse Ulisses. O CRASI atende hoje a 50 idosos, sendo a mais velha com 99 anos e os demais com idade acima de 70 anos. Mesmo assim ainda falta lugares para acolhimento ao idoso de Itaúna e, segundo o prefeito Osmando Pereira, encontra-se em andamento os estudos para viabilizar um Centro de Acolhimento na área da Escola Municipal de Campos, a 12 quilômetros do centro da cidade.

 

 
Considerado peça chave para a construção do atual prédio do CRASI, o prefeito destacou que o então prefeito Francisco Ramalho da Silva emprestou grande colaboração à entidade. Citou, também, a colaboração do reitor Faiçal Chequer na obra e na prestação de serviços que ajuda o cumprimento da legislação que prevê assistência ao idoso. Osmando considera que a instituição CRASI faz parte da história de Itaúna.

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