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samuregionalSecretária Municipal explica que nenhum atendimento deixou de ser feito

 
“Mesmo com imprevistos ligados às três ambulâncias de atendimento de urgência de Itaúna, nenhum chamado deixou de ser atendido na cidade”. Quem garante é a Secretária Municipal de Saúde, Ângela Gonçalves do Amaral. Segundo ela, dois veículos estavam na oficina para a realização da manutenção de rotina, enquanto o terceiro funcionava normalmente. Porém, um problema nos freios e outro no motor impediu que ela continuasse a circular. A situação ocorreu na última semana, mas sem atrapalhar o serviço de atendimento de urgência e emergência de Itaúna. De acordo com Ângela, foi feita uma parceria da Prefeitura com o Corpo de Bombeiros durante o período em que os veículos estavam parados, inclusive com dois translados entre cidades. “Queria ressaltar que ficamos de sexta à tarde até segunda à tarde (da última semana), sem ambulância, mas mesmo assim não houve nenhuma negativa de atendimento para a população. Fizemos, inclusive, duas transferências entre cidades no final de semana, pois já tínhamos combinado esta parceria com o Corpo de Bombeiros”.

 

 

A Secretária de Saúde conta ainda o que ocorreu com os veículos e afirma que não existem seis ambulâncias na cidade como foi noticiado, mas somente três. As outras estão na cidade, mas já sucateadas pelo próprio Ministério da Saúde. “Importante colocar que as ambulâncias passam por manutenção e revisão, as nossas foram trocadas em 2013, três ambulâncias como parte do convênio do Ministério da Saúde. Duas delas estavam em manutenção preventiva e corretiva, e a outra perdeu o freio, além de outro problema. A que perdeu o freio já foi consertada e voltou a circular na semana passada, enquanto uma das outras duas ficará pronta esta semana. A terceira ainda depende do orçamento”, esclareceu.

 

 

Atendimentos ambulantes

Com relação às ambulâncias sucateadas, Ângela informou que pelo menos duas delas serão reaproveitadas. “Temos levantado a possibilidade de fazer consultórios móveis, mas não fizemos ainda pela dificuldade financeira. A ideia é ver se conseguimos arrecadar dinheiro ou por meio de um convênio ou emenda parlamentar, para a transformação delas. Uma seria para atendimento ginecológico e a outra, dentário. Elas poderiam ser deslocadas até a zona rural e outros locais que ainda não contam com PSF”, finalizou.

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