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sem-tituloA Polícia Civil informou, nesta terça-feira (22), que investiga a venda ilegal de dados de clientes de uma financeira. A fraude é apurada na operação “Black Hat”, que foi deflagrada nesta segunda-feira (21) e cumpriu mandados em Belo Horizonte e em Itaúna, no Centro-Oeste de Minas.

 

 

As investigações começaram depois de uma denúncia feita há seis meses pelo setor jurídico da própria financeira. A polícia rastreou computadores e descobriu que escritórios de advocacia tiveram acesso ao sistema da empresa e a dados sigilosos de clientes.
Segundo a corporação, os escritórios procuravam estes clientes para abertura de ações judiciais para propor revisão contratual com a financeira. Segundo as investigações, em apenas seis meses, houve representação de aproximadamente 5,6 mil ações judiciais.
De acordo com a polícia, foram cumpridos mandados de busca e apreensão e de condução coercitiva para interrogatórios em oito locais, sendo sete em Belo Horizonte e um em Itaúna, no Centro-Oeste de Minas. São alvos da investigação dois escritórios de advocacia, onde foram apreendidos vários HDs externos, que serão analisados pela perícia técnica.
Ainda de acordo com a corporação, cinco advogados e um suspeito de coordenar um escritório de advocacia de fachada foram conduzidos coercitivamente à delegacia para serem ouvidos. Também foram cumpridos mandados de busca nas residências dos advogados.

 

 

As investigações ainda estão em andamento, e a Polícia Civil trabalha agora para descobrir como funcionava dinâmica do roubo de dados.

 

 

A financeira informou que está cooperando com as autoridades para a resolução do caso e que o processo segue em investigação pelas autoridades competentes.

 

 

Confira a reportagem abaixo:

 

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