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Ministério da Saúde autoriza imunização para todos, mas Minas Gerais não tem estoque para atender pessoas fora do público-alvo

 

A Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais – SES/MG – encaminhou ao Município na tarde desta segunda-feira, 05 de junho, a recomendação para que a vacinação contra a gripe seja mantida apenas para os membros do grupo prioritário. A campanha está prorrogada até a próxima sexta-feira, 09, e no fim da semana passada, o governo federal anunciou que liberaria as doses para a parcela da população que não faz parte do público-alvo.

 
No entanto, apesar do compromisso feito pelo Ministério da Saúde, o Estado afirma que não tem condições para ampliar a cobertura. A alegação é de que o estoque atual é de 1,6 milhão de vacinas, número muito inferior à quantidade de habitantes das 853 cidades mineiras, cerca de 20 milhões de habitantes.

 
São considerados do grupo prioritário crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos (4 anos, 11 meses e 29 dias); gestantes em qualquer idade gestacional; puérperas (até 45 dias após o parto); trabalhadores da saúde; indivíduos com 60 anos ou mais de idade; professores na ativa da educação infantil, ensino fundamental, médio e superior das escolas públicas e privadas; pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis, mediante prescrição médica; e população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

 

Cobertura em Itaúna

 
Até sexta-feira, 26 de maio, data prevista inicialmente para o fim da mobilização, Itaúna havia imunizado 73,5% do público-alvo prioritário. A maior cobertura foi entre os idosos, 82,5% deles já estavam vacinados; 71% dos trabalhadores da saúde; 55,1% das gestantes e 49,97% dos menores com idade entre seis meses e cinco anos incompletos. No caso das puérperas, que são as mulheres com até 45 dias de pós-parto, o índice de cobertura alcançou 103%. Foram vacinados todos os detentos; 73,6% dos funcionários do sistema prisional; 67,8% dos educadores em atividades nas salas de aulas e 58,4% dos portadores de comorbidades, como asma, hipertensão, diabetes e obesidade.
Em Minas Gerais, a cobertura vacinal, de acordo com os últimos dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde, era até esta segunda-feira, 05, de 81,22%. A vacina é trivalente, protegendo contra o H1N1, H3N2 e Influenza B, com base nas cepas de vírus que mais circularam em 2016.

 

 

Assessoria de Comunicação

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