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Itaúna é pré-selecionada em programa do Ministério das Cidades para financiamento de R$ 12 milhões

 

 

Está em fase de análise, pelo governo federal, projeto apresentado pela Prefeitura de Itaúna para a realização de obras de alargamento do canal sobre o córrego do Sumidouro, ao longo da avenida Jove Soares. As medidas previstas pela administração têm o objetivo de solucionar um antigo problema vivenciado por moradores e comerciantes da região: as inundações da via, decorrentes da falta de capacidade para absorção das águas pluviais. Na tentativa de captar os recursos para as intervenções, o Município inscreveu proposta no Programa Avançar – Mobilidade Urbana, do Ministério das Cidades. E foi pré-selecionado para requerer o financiamento de aproximadamente R$ 12 milhões.
Conforme prevê a política nacional de desenvolvimento urbano, prevê o pagamento do crédito em até 20 anos. A avaliação das condições financeiras do Município e a capacidade de endividamento em relação ao montante pleiteado para a operação de crédito, integram a atual fase de tramitação do projeto, que está na Caixa Econômica Federal. Caso aprovada nesse quesito, a proposta passará pelo estudo da viabilidade técnica. Concluídas as duas fases, o Município estará apto a participar da iniciativa. A partir da habilitação, o Executivo deverá enviar à Câmara projeto de lei com pedido de autorização para o financiamento.
As análises do Ministério das Cidades terminam em 03 de novembro, com previsão de divulgação dos selecionados até o dia 06 do próximo mês. Em seguida serão abertos os prazos para apresentação dos documentos jurídicos e institucionais pela Prefeitura, que deverá se manifestar até 1º de dezembro. A validação das propostas e o resultado da seleção estão previstos, respectivamente, para fevereiro e março de 2018.

 

 

Comissão técnica
Em julho, servidores do Serviço Autônomo de Água e Esgoto – SAAE, e das secretarias municipais de Infraestrutura e Regulação Urbana iniciaram o trabalho para avaliação das condições da avenida Jove Soares, e que culminou na apresentação da proposta ao Ministério das Cidades. Eles compõem uma comissão intersetorial formada para desenvolvimento de estudos e execução de obras com objetivo de solucionar os problemas causados pelos alagamentos.

 

 

O objetivo da vistoria foi a detecção conjunta dos problemas existentes na galeria e que contribuem para as inundações na área. A equipe também realizou os levantamentos para o projeto de construção de um canal paralelo e iniciou as projeções para a implantação de medidas paliativas. Conforme as constatações dos servidores da Prefeitura, há vários pontos de estreitamento, além de tubulações, vigas, e um banco de areia, na saída do canal, esse, com origem nos assoreamentos no rio São João, que reduz o fluxo normal da água. Em outra etapa, foi feito o levantamento dos custos das intervenções, para o Município buscar os recursos necessários às obras.

 

 

As medidas adotadas pela Prefeitura são essenciais, uma vez que a capacidade de vazão do canal é insuficiente, apesar de intervenções realizadas no passado. Também contribui para o rápido acúmulo de água a condição de a avenida estar localizada numa baixada, área plana cercada por elevações, que concentra atualmente cerca de dez bairros. A grande quantidade de construções diminui a capacidade de absorção, assim como o asfalto que impermeabiliza o solo e aumenta o fluxo e a velocidade com que o volume pluviométrico chega à avenida.

 

 

Assessoria de Comunicação

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