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A empresa apresentou os impactos ambientais e socioeconômicos do novo empreendimento, que será uma alternativa sustentável à construção de barragens

 

 

Seguindo o compromisso de trabalhar sempre com transparência e diálogo, a Mineração Usiminas (Musa) realizou Reunião Pública para apresentar os resultados dos estudos dos impactos ambientais e socioeconômicos do novo Sistema de Disposição de Rejeitos Filtrados, que será uma alternativa à construção de barragens convencionais para a contenção de rejeitos.

 

 

O evento, conduzido pela Superintendência Regional de Meio Ambiente Central Metropolitana (Supram-CM), aconteceu no dia 07, quarta-feira, no Poliesportivo de Itatiaiuçu, e contou com a presença de moradores das comunidades de Ponta da Serra, Quintas da Boa Vista, Capão do Rosa, Quintas do Itatiaia, Samambaia e Curtume, além de vereadores, representantes da Prefeitura do município e membros dos órgãos fiscalizadores.

 

 

Na ocasião, o gerente-geral de Sustentabilidade da Musa, André Chaves, falou sobre o histórico da empresa e apresentou dados referentes ao desenvolvimento da região em função da atividade de extração mineral, bem como as ações de Comunicação feitas para as comunidades do entorno da mineradora. A parte técnica ficou a cargo do engenheiro da consultoria especializada Hatch, Elder Beirigo, responsável pela elaboração do projeto, que abordou todas as alternativas tecnológicas estudadas antes da definição do novo sistema e as especificidades da iniciativa em questão.

 

 

Já o representante da empresa Ecolab Meio Ambiente, Ildeu Laborne, responsável pela elaboração dos estudos ambientais, falou sobre os temas analisados e os impactos nos meios físicos, bióticos e socioeconômicos identificados. Foram avaliados aspectos como a geologia, relevo, flora e fauna da região, solo, recursos hídricos e questões como emprego, saúde, renda, patrimônio cultural e qualidade de vida no município de Itatiaiuçu. Além disso, foram apresentados os Programas de Mitigação, Gestão e Compensação Ambiental para cada um dos impactos detectados nas análises.

 

 

Seguindo as definições do órgão ambiental responsável pela condução do evento, a última parte da Reunião Pública foi destinada aos questionamentos dos presentes, que puderam tirar dúvidas sobre o Sistema de Disposição de Rejeitos Filtrados e outras questões sobre as operações da Musa.

 

 

O projeto

O projeto do novo Sistema de Disposição de Rejeitos Filtrados, apresentado na Reunião Pública, visa aprimorar a forma de disposição dos rejeitos das operações.

 

 

Com a nova tecnologia, os rejeitos em forma de polpa serão enviados para uma Planta de Filtragem, onde a maior parte da água será retirada, retornando ao processo produtivo, aumentando o nível de reaproveitamento dos recursos hídricos. Os rejeitos filtrados serão transferidos para uma pilha intermediária, por meio de uma correia transportadora, e, a partir daí, levados por caminhões para a área de empilhamento a seco, onde serão compactados.

 

 

O empreendimento irá receber um investimento da ordem de R$ 140 milhões e a estimativa é que se atinja a mobilização de 300 pessoas no pico de obras, além da criação de 50 novas vagas em caráter permanente para operação e manutenção da nova instalação. A expectativa é que o projeto seja concluído em 12 meses, após a obtenção das licenças.

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