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fe“A felicidade do pobre parece a grande ilusão do carnaval. A gente trabalha o ano inteiro por um momento de sonho; pra fazer a fantasia de rei ou de pirata ou jardineira, pra tudo acabar na quarta feira”, cantava Vinicius de Morais. Será que é? Foi bom enquanto durou? Felicidade tem fim? Kivitz diz que prefere trocar a palavra felicidade por contentamento. Por isso procuro viver o momento, pois nunca sei o que vem a contento… “O melhor lugar do mundo é aqui e agora”, cantou Gilberto Gil. Mas, a vida é cheia de ‘lugares’ e de ‘agoras’… Cada momento que passamos na vida nunca mais se repete. É o único. Para que desperdiçá-lo? Tudo é transitório, tudo passa. Até a tristeza. Onde não concordo com o Vinicius que cantou “tristeza não tem fim”. Já disse que ‘a felicidade é o jeito de ir e não um lugar aonde se chega’. É intrínseca ao caminhante. Ser igual às aves do céu… Ser como um passarinho. Meditei muito nisso que Jesus disse: “Portanto eu lhes digo: não se preocupem com suas próprias vidas, quanto ao que comer ou beber; nem com seus próprios corpos, quanto ao que vestir. Não é a vida mais importante do que a comida, e o corpo mais importante do que a roupa? Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas? Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida? Por que vocês se preocupam com roupas? Vejam como crescem os lírios do campo. Eles não trabalham nem tecem. Contudo, eu lhes digo que nem Salomão, em todo o seu esplendor, vestiu-se como um deles. Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, não vestirá muito mais a vocês, homens de pequena fé?” (Mateus 6:25-30). Por isso, tem, mas acabou… Quem sabe amanhã tem mais… Pode ser… Pare aqui e simplesmente SORRIA. “Trabalhe como se você não precisasse do dinheiro. Ame como se você nunca tivesse sido magoado e dance como se ninguém estivesse te observando. O maior risco da vida é não fazer NADA”. Cuidado! A mente, mente… E nós somos o que pensamos…

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